Histórico


Escola SENAI "Antônio Souza Noschese" foi inaugurada em 1957, em virtude de uma grande mobilização desencadeada pelo jornal “A Tribuna” de Santos. Esse veículo de comunicação acreditava que era necessária a formação de mão de obra específica, visando responder às demandas das atividades industriais e portuárias, principalmente depois da inauguração da Refinaria Presidente Bernardes, em Cubatão. Com esse pensamento, tornava-se indispensável a instalação de uma unidade do SENAI na Baixada Santista, para consolidar a criação de um complexo industrial na região.

Pioneira na área de Instrumentação Industrial, a Escola SENAI de Santos procura corresponder às necessidades das organizações industriais em todo o território nacional, além de prestar serviços a clientes de outros países, como já ocorreu com alunos provenientes da Bolívia, Angola, Guatemala e Moçambique.

A configuração econômica local se dá em razão do setor da construção civil, do porto de Santos (que abrange as cidades de Santos, Guarujá e Cubatão), das indústrias de base localizadas principalmente em Cubatão, do turismo e do setor primário (agricultura e extrativismo), predominante no Litoral Sul e Vale do Ribeira.

Desse modo, a área de atuação da escola compreende os municípios de Santos e São Vicente, sendo que, com vistas a suprir às necessidades da indústria e da região em relação à formação e capacitação de mão de obra e à prestação de serviços, a Escola atende os municípios do Litoral Sul de São Paulo e do Vale do Ribeira, totalizando vinte cidades.

Em 1993, o SENAI Santos implantou cursos de Formação Inicial e Continuada, os quais consistem em capacitação rápida, estruturados de acordo com as demandas regionais, com o objetivo de qualificar, aperfeiçoar e especializar profissionais já atuantes, ou aqueles que buscam inserção no mercado de trabalho.

No ano 2000, a escola ampliou as áreas de atuação do Curso Técnico, que além da Instrumentação, passou a contemplar os segmentos de Automobilística, Eletroeletrônica e Informática.

Respondendo às novas necessidades da comunidade da Baixada Santista, no segundo semestre de 2012, foi implantado o Curso Técnico em Portos, cujo objetivo é habilitar profissionais a planejar e executar operações Portuárias e Retroportuárias.

Diante da exigência de profissionais que além de formação técnica, possuam visão de gestão e processo, em 2013 a escola lançou o primeiro Curso Superior em Tecnologia de Instrumentação Industrial do estado de São Paulo.

O SENAI Santos completou 58 anos em 2015, promovendo grandes mudanças nas atividades de Educação Profissional, em sintonia com a modernização da área portuária e do advento das oportunidades do segmento de petróleo e gás da Bacia de Santos. No primeiro semestre, inaugurou o Laboratório de Simulação para Operações Portuárias, com equipamentos de padrão mundial. Marcando o encerramento do segundo semestre, a escola recebe aprovação do projeto pedagógico para dar início ao MBA Internacional em Gestão Portuária, em parceria com o STC da Holanda.

Alinhada com a Missão da Instituição, a Escola preocupa-se em atender às organizações industriais, portuárias e àquelas vinculadas ao setor de petróleo e gás, além de desenvolver cursos in company, de acordo com as necessidades específicas de seus clientes. Atualmente, a unidade, acompanhando o dinamismo e o desenvolvimento econômico dos municípios da região em que atua, qualifica profissionais para as diferentes áreas tecnológicas, tais como: Automobilística, Eletroeletrônica, Informática, Instrumentação (Automação Industrial) e Vestuário.

A escola entende a liderança do mercado e a satisfação de nossos clientes como fator decisivo para o sucesso. Para tanto, vem praticando a gestão baseada nos princípios da Qualidade Total, da Administração Participativa e do Planejamento orientado para o cliente e o mercado.

No âmbito da Educação Profissional, a Unidade oferece duas categorias de programas: os gratuitos e os ressarcidos. Pertencem à primeira categoria, os Cursos de Aprendizagem Industrial (CAI), os Cursos Técnicos (CT), o Programa Comunitário de Formação Profissional (PCFP), em parceria com entidades públicas e associativas. E à categoria dos programas ressarcidos, os Cursos de Formação Inicial e Continuada, os Treinamentos Personalizados para as empresas, o Ensino Superior e Pós-Graduação.

Como mencionado anteriormente, a Escola se mantém atenta ao futuro desenvolvimento técnico e tecnológico que a região deverá alcançar diante dos desafios relacionados à exploração do petróleo proveniente do “pré sal” e ao crescimento e melhoria da produtividade portuária. Assim, a Unidade vem analisando sistematicamente os cenários em que atua. Nesse sentido, investimentos em novos equipamentos devem ocorrer em um ambiente amplo e moderno. Diante disso, a Instituição entendeu que a estrutura física da Unidade não mais comportaria a grande demanda por formação profissional que os anos vindouros trariam.

Contudo, uma simples reforma dos prédios que compunham a Escola não seria capaz de suprir todos os desafios que se vislumbrava. Assim, a demolição dos prédios que abrigou a Escola nos últimos anos foi considerada, objetivando a construção de uma nova edificação. Para que isso ocorresse sem qualquer tipo de improvisação, a solução encontrada foi alugar um prédio com estrutura capaz de comportar todas as atividades da Unidade Escolar.

Nos primeiros meses de 2013, vários prédios disponíveis foram visitados, contudo poucos atendiam às exigências em relação à localização, conforto e segurança. Por fim, percebeu-se que não seria possível, diante das ofertas de locação disponíveis, manter toda a Escola em um único endereço. Assim, a solução foi dividir a Escola em duas Unidades. Uma delas concentraria os cursos que necessitassem de alto consumo de energia elétrica, tais como os de soldagem, nas suas mais diferentes configurações, e aqueles que utilizam equipamentos de manutenção, usinagem e automobilística. Desse modo, em 2013, a Escola iniciou a mudança para um prédio que comportasse os referidos cursos, denominando-o “Unidade II”.

Em outubro 2013, um prédio de três andares com capacidade suficiente para atender aos demais cursos oferecidos pela Escola foi alugado. Tal prédio já possuía estrutura adequada para receber a Escola SENAI, pois em um passado recente, funcionava uma Universidade no local. Desenvolveu-se uma estratégia para a mudança, de forma que, no início de 2014, ou seja, em meados de janeiro, toda a estrutura já estivesse em funcionamento, com o intuito de bem atender nossos alunos e clientes durante esta fase de construção da nova edificação.

A previsão é que a nova Escola que será construída tenha sete pavimentos, sendo que um deles, o subterrâneo, será reservado para estacionamento. A acessibilidade será contemplada nos diferentes andares do prédio, além deste ter condições de receber equipamentos modernos e melhores. Laboratórios, oficinas e salas de aulas estão sendo planejadas e idealizadas para se enfrentar os novos desafios, contribuindo para a formação dos novos profissionais que a cidade, região da Baixada Santista, e inclusive o Brasil, necessitará em um futuro próximo.

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